sexta-feira, 23 de março de 2012

Um novo começo para um novo fim

Depois de perceber que, realmente, eu estava ficando mais maluca que o normal, resolvi trancar meu TCC e fazer terapia. Bem que eu disse que precisava dela. Essa decisão veio acompanhada de muitos medos, choro e uma série de consequências, mas acreditando cegamente nos meus instintos malucos e o que acreditava ser melhor pra mim, não deixe de fazer nada e fui em frente.
Assim, continue vivendo minha vida onde a única regra que continuei levando muito a sério é comer de três em três horas (se você é gastrítico, você me entende). A terapia de fato me ajudou a controlar minha ansiedade e pensar que talvez, mesmo sem estar formada, fosse hora de eu dar um (ou dois) passo(s) à frente. Aconteceram coisas incrivelmente ruins, que me rendeu vinte e um dias ininterruptos de dor de cabeça, e coisas incrivelmente boas, como um estágio de um mês em um Estúdio de designers famosos em São Paulo. De repente, lá estava eu, morando mais tempo de favor na casa de amigos em São Paulo do que na casa onde minha vida material morava.
A partir dai, a história da minha vida tem acontecido de uma forma muito engraçada. Voltei para Bauru fingir que ainda morava lá, fui pra Belo Horizonte onde conheci pessoas que vou levar para toda minha vida em um CoNE Design (e sai de lá como encrenqueira) e passei por alguns momentos de incerteza até finalmente ter que me mudar para São Paulo.
No semestre passado, eu fazia discursos falando que eu precisava de alguma coisa muito forte para me tirar do LabSol. E de repente, do dia para noite, consegui o estágio (tão por acaso, tão cheio de aventuras) no Estúdio. A partir daquele mês de São Paulo eu sabia que meu lugar não era mais em Bauru. A única coisa que me fazia pensar em ficar lá era todo meu amor pelo interior e por um moreno de 1,81m. Mas nada me tirava da cabeça que ficar em Bauru, pacatamente fazendo meu TCC para poder arranjar um trabalho bacana depois, talvez trabalhando em qualquer coisa contra meus princípios apenas para cumprir as etapas de um jeito convencional fosse melhor. Eu, teimosa que sou, vim conhecer a Design Possível, prestei seletiva e de repente, estava aqui.
Já faz quase um mês que tive que empacotar minha vida e desmontar móveis em um fim de semana, confiar minha gata ao meu gato (e vice e versa) e vir pra São Paulo sem casa, meio sem dinheiro, meio sem saber como ia realmente ser. Desde então, estou trabalhando muito, procurando casa e, finalmente, fazendo o TCC que eu realmente quero. Minha lição de tudo isso foi: não nasci para seguir caminhos lineares. Por mais que eu queira, tente, não consigo desligar o modo aventura da minha vida. Mas quer saber mesmo? Que ótimo começo para um ótimo novo fim :)


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Suspeita de intolerância

Ultimamente, tenho me sentindo um pouco diferente do rotineiro.
Confesso que nunca fui alguém muito paciente e tolerante, mesmo quando eu era uma criança (gordinha, complexada e) tímida, eu sempre fui inquieta. Os hormônios da adolescência só me tornaram mais agitada (revoltada) e impaciente, mas com o tempo e muitas explosões, fui vendo que levar minhas emoções aos extremos nem sempre era muito saudável. Minha grande mudança de comportamento veio na faculdade, onde a combinação de projetos, falta de descanso (leia-se dias sem dormir) e estresse me levaram a ter problemas de saúde, algumas vezes até inexplicado pelos médicos.
Depois de duas dramáticas semana de cama no ano passado e infinitos dias com dor no estômago por não dormir, resolvi para minha vida que não podia mais ser daquele jeito senão eu não sobreviveria. Como vocês puderam notar, tive que ir ao extremo para resolver tomar uma atitude, o que sempre traz muita convicção as minhas decisões (o mesmo aconteceu com a reeducação alimentar, depois de ter engordado quatros sacos de arroz tamanho família em três anos). Desde que resolvi ser mais calma, tenho respirado muito fundo (e pelo diafragma) antes de explodir com as pessoas e pensado muito na importância e dimensão que dou aos fatos que acontecem na minha vida. Segundo GOYA,C., agora eu estou um doce perto da menina brava que era em 2008.
Lá estava eu, sendo um ser humano melhor, quando alguma coisa deu errado. Não posso dizer ainda o que  (afinal seu eu soubesse, já teria consertado), mas com certeza alguma coisa mudou. E cá estou eu, a alguns meses tentando entender o que aconteceu para eu me tornar tão intolerante novamente.
Minha teoria é que enquanto muitas pessoas são intolerantes à lactose (um beijo pra Simone), estou criando uma intolerância ao mundo. As pessoas nunca falaram tantas coisas idiotas (eu juro que queria ser mais sutil, mas estou sendo sincera) repetitivamente para mim, nunca tentaram me convencer tanto de coisas que não condizem com as minhas crenças, desrespeitando minha tranquilidade, nunca foram tão enfadonhas (adoro essa palavra), nunca me deram tanta preguiça! Pensando bem, ando com intolerância de pessoas, afinal, elas que fazem esse mundo acontecer e ser como é....
Como toda essa intolerância, preciso parar e pensar qual a melhor maneira de conviver com isso porque talvez eu a tenha para o resto da minha vida e tenha que aprender a lidar com isso para sempre. Esse sentimento de que o mundo tem muitas erradas anda sendo extremamente incomodo para mim. Tenho tentando focar nas coisas boas, pessoas boas, coisas simples, essas coisas que nunca deixam de me fazer feliz, mas as pessoas estão falando asneiras especialmente incômodas perto de mim ultimamente, o que tem me tirado do sério com mais facilidade que o normal, o que me deixa mais quieta e pensativa (porque sempre penso primeiro se não sou eu a errada [silêncio que sempre assusta meu namorado]). Já tentaram me convencer que é uma fase ruim, que é um afloramento de muito nervosismo (um beijo pro meu TCC) ou que simplesmente eu estou muito errada. Todas essas inquietações me levaram a uma conclusão: Vou procurar um psicólogo! Quem sabe assim não me convenço que minhas percepções estão mais errada que o mundo...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Essa tal de vida adulta

Alguns dias atrás, tive que ir tomar vacina de febre amarela por causa de uma viagem que farei semana que vem (a trabalho, claro). Pra quem não conhece esse detalhe sórdido da minha vida, eu tenho um sério problemas com agulhas. "Mas Natália, vc tem piercings e mimimi?" Caro amigo, isso não quer dizer que eu não tenha quase tido um colapso nervoso pa fazê-los.
Enfim, o fato é que eu vejo agulha e minha pressão cai, eu vejo agulhas tirando meu sangue e desmaio, todas essas coisas que criança fazem quando são pequena e eu não deixei de fazer depois que cresci (pra caramba, 1.61m). Na verdade, isso é um pouco de fase. Já fui tomar injeção sozinha de madrugada e voltei bem pra casa, mas outras vez minha mãe me levou no hospital e eu fiz um escândalo pra tomar benzetacil (e eu estava errada? veja bem, doi demais...).
No alto da coragem dos meus 22 anos, decidi ir tomar a bendita vacina sozinha, já que ia no médido por ali mesmo, não era perto da minha casa, nada melhor que aproveitar a viagem e já matar duas pendências. Fui me concentrando que ia ser tranquilo, não ia doer, que eu não ia passar mal, todas essas coisas que a gente gosta de pensar quando quer se enganar.
Quando cheguei no posto de saúde (cheio de mulheres grávidas com cara de insatisfeitas e crianças berrando), peguei a senha e fui conversar com a enfermeira. Entreguei minha carterinha (infantil) de vacinação e ela começou a conferi-la demoradamente. "Vou fazer uma carterinha de adulto pra você", disse ela sorrindo. Logo pensei que seria um grande passo na minha vida adulta não ter que ir com aquela guia amarelada de bordas rosas me vacinar e sempre ter que ter uma conversa com o "vacinador" o quanto minha mãe é cuidadosa por tê-la conservado.
Com tanta demora, avisei rindo (tensa) que queria tomar a vacina sentada porque desmaiava. A enfermeira me olhou com os olhos arregalados e disse que nunca mais deveria fazer isso e pediu pra eu por favor não passar mal (belo modo de me tranquilizar). Então, ela continuou olhando minha carteirinha cuidadosamente. Passei pro segundo aviso: "Por favor, não me diz que vou ter que tomar mais de uma vacina hoje! Não vim preparada psicologicamente pra isso!" rindo (de tensão, novamente). Ela deu uma risadinha e continuou olhando.
Depois de eternos 5 minutos, ela me avisou: "Olha, você vai ter que tomar duas porque aqui só conta uma dose da vacina XXX (não ouvi de nervoso, a frase pra mim acabou no DUAS), mas é só uma picadinha! Vou dar na parte molinha do braço e você não vai nem sentir!"
Já pensei em ligar pra minha mãe, pra minha gata, pro meu namorado, pra qualquer pessoa que pudesse acudir qualquer possível síncope, mas logo pensei o quanto as pessoas poderiam estar ocupadas (e o quanto eu sou orgulhosa) e deixei pra lá.
Fiquei respirando profundamente e olhando pra todos os outros lados da salinha onde não estavam aS agulhaS, sentindo aqueles próximos 3 minutos como se fossem mais eternos que os cinco em que ela conferia minha carterinha. Quando a enfermeira chegou perto, respirei mais fundo que nunca e ela me deu a injeção. Foi uma picadinha de verdade, que bom!!! Ela avisou que daria outra, aplicou e também foi muito pouco dolorido.
Fiquei feliz! Tinha tomado duas injeções, sem apertar a mão de ninguém, sem fazer escândalo, chorar ou qualquer coisa do gênero. Realmente, se todas injeções fossem no molinho do braço, eu as tomaria com maturidade. Calejada de vários desmaio, pedi pra ficar sentada mais um pouco pra ter certeza que não passaria mal. Não passei mal quando levei as picadas, pensei que passaria batido da situção.
Ledo engano! Meu corpo fica tão estressado com essas situações que depois de um tempo, começei ver bolinhas pretas. Bolas pretas, bolas brancas, bolas pretas, bolas brancas, muitas bola preta...."Moça, acho que vou desmaiar..." Ai vai a enfermeira com ar de desgosto me socorrer, eu, com a cabeça entre as pernas, me sentindo mal não só pelas bolas pretas, mas também por passar mal de novo.
Depois de uns dez minutos, consegui me restabelecer e ir embora, como se nada tivesse acontecido. Fui a pé pra casa, pensando que minha tentativa de ser madura e independente foi frustrada. Pra me consolar, fiquei pensando em coisas que já aprendi nessa minha nova aventura que é cuidar de mim mesma e de toda minha vida. Já aprendi a deixar minhas meias brancas (foram necessários cinco meses pra isso), a comer direito (quatro meses pra começar), a ter roupa limpa (essa foi relativamente fácil, temos uma máquina de lavar) e a aceitar (moderadamente) os costumes de todas as pessoas com criações e hábitos diferentes dos meus que moram comigo.
Depois de muitas quadras, inclusive pensando o quanto a tarifa de ônibus é cara, conclui que não deveria ficar frustrada com meu medo de agulha, até que estou indo bem na gestão da minha vida :)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mudança de planos

Já havia pensado esses dias que gostaria de retomar o blog, mas depois de me perguntarem por ele ontem, não resisti: voltei! :)

Nesses mais de cinco meses sem postar, houveram muitas mudanças:

1 - Sobre a arte de procrastinar
Foi lindo ler o último poste e ver que consegui melhorar! :)
Estou procurando ter metas, muito foco, e cumpri-las com rigidez.
Eu que já era adepta das listinhas e da agenda (aquela de papel, acredita?), tenho organizado meus dias loucamente e tentado cumprir toda a programação. Na verdade, devo isso ao André!
Confesso que andei meio descontrolada e ele é sempre a pessoa que, pacientemente, me diz que a vida não é fácil mesmo e que tenho que persistir nos meus objetivos. Acho que finalmente, estou aprendendo a dar conta da minha vida como um todo :)

2 - A reeducação alimentar
Essa merecia muito ser comentada! As pessoas próximas sabemo quanto eu estava chateada por ter engordado tanto durante a faculdade.Boatos que foram vinte quilos! Fora o fato de isso estar me incomodando e minhas roupas não servindo, começaram a aparecer vários probleminhas de saúde recorrente dessa ganho de peso toda.
Fora a dor de cabeça, minha pior inimiga, descobri que estava com gastrite, suspeita de cálculo renal e muitas gripes! Foi então que a espertinha da minha mãe (mãe, sua linda! <3) pediu um encaminhamento pra nutricionista pro meu gastro, dr Wagner (sobrenome impronunciável).
Foi então que fui criar juízo. Lá estava eu, sentada na frente daquele pedacinho de mulher, que além de ser pequena, me tratava como uma criança na pré-escola. O que me consolou é que na consulta ela me passou um pouco de firmeza, então resolvi dar uma chance para aquele regime que me propunha UMA colher de arroz no almoço.
Confesso que quando vi o regime, achei que ia morrer de fome e de enxaqueca (não comer me dá dor de cabeça, pasmem), mas com o tempo, fui me adaptanto e emagrecendo. E não é que deu certo? :)
Desde o começo do ano, sem e com reeducação, segundo o outro médico ontem, emagreci quase dez quilos!!! A saúde está melhorando, não estou passando fome e minhas roupas servem. Só alegria!

3. Alice
Achei engraçado ler sobre a Alice! Hoje ela já é uma adolescente, grande e esporadicamente revoltada, e me ama mais que o André! :D Algumas vezes eu quis matá-la (como o dia que dormi fora e ela fez coco na minha cama e ficou TUDO fedendo), mas normalmente ela é uma gata muito da boazinha! (muitas borrifadas depois) Ela virou uma animação na matéria de Marketing II ( vídeo Alice ) e em breve será castrada.
Logo ela virará a gata gorda e preguiçosa, sonho do pai dela. :)

4. TCC
Claro que deixei pra falar do TCC (álias, PCC) por último porque esse tópico demanda mais profundidade. Eu que estava contando com ter o projeto para Iniciação Científica aprovada para fazer meu PCC em um ano, tive que repensar todos meus planos. O projeto não foi aprovado e o senhor meu pai (pai, seu lindo! <3), depois de muitos argumentos sensatos, me convenceu que tinha que me formar no tempo certo, ou seja, no fim desse ano.
Então, tive que repensar todo meu trabalho. Ando com mania de sofrer e claro, sofri horrores até ter aquela conversa com o orientador onde eu chorei por nada. Mais uma vez, ele foi a pessoas sensata que disse que poderia me formar até o fim do ano e vai ficar tudo bem (Goya, seu lindo! <3).
Então, surgiu a idéia mais genial e mais louca do que fazer de PCC: UM LIVRO!
Houveram amigos que falaram que não era minha cara, mas depois de pensar se isso seria uma boa idéia mesmo, me empolguei com a idéia porque 1. tenho uma paixão louca por livros! 2. boatos que escrevo bem
Convenhamos, sempre fui a pessoa que tinha que fazer o relatório de todo e qualquer trabalho, já aceitei isso na minha vida. Escrever um livro parece bem legal! (embora nem sempre eu consiga falar sobre isso com alegria, afinal, é o trabalha que vai cortar meu vínculo oficial com essa coisa linda chamada universidade)
Passei por uma fase de negação. Vou te falar que não é fácil aceitar que você vai se formar. A faculdade foi algo tão incrível pra mim! Mas depois de mais ou menos um mês, já passei pra fase de aceitação e agora estou lendo aproximadamente seis (eu disse SEIS) livros pra escrever três textos pra daqui uma semana.
Tem sido cansativo, mas bacana! Ainda tenho que ir um dia (oficialmente) na faculdade poque tenho matérias, mas de reto, estou tentando cada vez mais direcionar meu tempo pra isso.
Tenho fé que vai dar! Tenho 29 dias caso haja alguma emergência e é bom eu por essa minha cabeça pra render!
Aliás, meu livro vai ser sobre Ecodesign, Sustentabilidade e Design Social, ou seja, essa vivência toda que foi a faculdade pra mim. Devo postar  algo sobre quando meus textos começarem a sair.


Espero que você não me abandonem!
Grata pelos últimos comentários :)

beijos lindinhos :)

quarta-feira, 23 de março de 2011

A arte de procrastinar

Já que o pior não tem limites, sejamos realistas: atire a primeira pedra quem nunca procrastinou.

Seja o que for: aquele trabalho da faculdade, a arrumação do armário, responder um e-mail, qualquer coisa que você pensa "Ah, daqui a pouquinho eu faço..." e vai deixando. Eu estou numa fase muito ruim de procrastinação (palavra que aprendi primeiro em inglês numa música da Britney Spears, muita cultura).
Não que eu ache isso bonito, muitíssimo pelo contrário! Isso tem sido uma dificuldade séria que todo dia eu penso que tenho que corrigir e tem efetivamente me atrapalhado.
O hábito mais estranho que adquiri ultimamente é não fazer o que preciso em ordem de prioridade. Por exemplo, eu tenho uma série de coisas pra fazer, algumas urgentes, outras nem tanto, e quando vou começar a fazê-las, ao invés de começar pela super urgente, eu começo por outra.
Eu sei, é ridículo, mas tem acontecido. Veja por exemplo agora: eu deveria estar escrevendo artigos sobre projetos do LabSol, que o prazo final do Congresso que vamos enviar é nesta sexta feira, mas resolvi postar no blog. Não posso dizer que foi uma escolha ruim, só não foi a mais urgente.
Depois do primeiro poste, várias vezes pensei em fazer outros contando alguns fatos. Cheguei até a abrir o blogger, mas sempre acabava desistindo, afinal, se a fase é de procrastinar, não vamos deixar nenhuma atividade de fora.

Durante esse tempo sem escrever, fiquei pensando se eu não postasse os fatos em ordem cronológica faria alguma diferença, mas acho que esse detalhe é mínimo. Portanto, a regra é a seguinte: Escreve-se o que tem vontade. A de hoje foi de escrever um pouco sobre essa mania estranha de prioridade erradas e procrastinação, aplicando a teoria na prática, enquanto eu brinco com minha gata (com um novelo amarrado no dedão do meu pé que fico puxando de um lado pro outro, seguindo as recomendações do meu namorado numa tentativa desesperada dela gostar mais de mim do que dele...assunto para outro poste).
De qualquer forma, vou tentar ser mais não procrastinar mais meu sono.

Queria agradecer o meu sucesso de iniciante (PATIRE, D., 2011) com meus seis cometários, três seguidores e amigos comentando sobre ele.
Isso super me motiva a continuar escrevendo! Foi muito legal ter um feedback de vocês. Espero que vocês continuem mesmo acompanhando minhas história. Em breve, vou postar algumas coisas mais sérias (ou nem tanto, afinal, minha alma é de palhaça. Um beijo pro Projeto Sorrir, saudades).
E queria ressaltar o fato de que TODOS concordam que o pior não tem limites! hahaha

beijos :)





sábado, 12 de março de 2011

O pior não tem limites

Tudo começou quando meu querido professor, amigo e segundo pai virou pra mim e disse:

- Naty, encontrei uma frase que é a sua cara, prepare-se: 
O PIOR NÃO TEM LIMITES!

Eu, que esperava uma frase de efeito, motivadora e positiva, ou bem contraventora, na hora fiquei um pouco decepcionada, mas não demorou cinco minutos pra eu concordar e rirmos especulando sobre todo o contéudo obscuro da frase.
Quem não me conhece que me compre: eu sou absurdamente crítica. 
Quando estou de mal humor então, a criticidade dobra e tenho que me controlar para não me tornar uma bela duma chata.
Tudo era bem mais intenso e descontrolado quando eu era mais nova. 
Um dia, fiz um plano a longo prazo de me tornar um pessoa melhor e tenho tentado controlar os meus defeitos e aprimorar minhas qualidades com o tempo. Até que tem dado certo.
Estou desde o ano passado pensando em criar um blog pra falar sobre meu Projeto de Conclusão de Curso, agora com essa nova sigla do crime, PCC, mas como boa procrastinadora, enrolei até o presente momento.
Desde essa idéia, em outubro passado, quando escrevi minha primeira folha de idéias sobre direções a tomar no meu PCC, aconteceram muitas reviravoltas na minha vida como - PANANANAM- sair da casa da minha mãe.
Eu não vou ficar aqui me justificando porque isso não estava no item objetivos do meu blog, mas o fato importante é que muitas vezes tenho vontade de contar fatos do meu dia a dia (que não sei escrever, segundo a nova ortografia) ou até compartilhar umas receitas de comidas gostosas que fazemos aqui na república (fato reforçado depois de ter que passar a receita do brigadeiro sem leite condensado pelo facebook).
Então finalmente, inauguro oficialmente meu blog (pra alegria do meu pai jornalista - BEIJO PAI-), onde pretendo falar das maluquices de sair de casa, morar numa república, minhas experimentações gastronômicas, fazer design e querer abraçar o mundo. E ainda de quebrar querer ser saudável.
Acompanhem os próximos postes e dê suas opiniões.

beijos :)